Desisto, agora
Abraçada pela luz do sol de corpo estendido na areia desisto, finalmente desisto. Insensata luta, constante busca, redundante cansaço, fadiga imensa. Desisto, agora que o querer já partiu, deixando amargura, cravando tristeza num coração outrora encantado. Cedo à fraqueza, ante a imensidão do mar. Adormeço junto às ondas, para seguir viagem num embalo prolongado. @ Elisabete Lucas